AS DOCES AMARGAS MEMÓRIAS DE PEDRO E ALICE


A trama, “é mais uma daquelas manjadas histórias de amor que já aconteceu comigo, com você e com todo mundo. E como toda história de amor, um terceiro personagem entra na história: o ciúme.” Para Gustavo Felicíssimo, editor, As Doces Amargas Memórias de Pedro e Alice “é uma história que salta da dramaturgia para o romance, mas que pela sua estrutura logo logo estará também nos palcos do país.” E acrescenta: “Este livro de Pawlo Cidade me fez lembrar minha adolescência, conturbada como todas elas são, repletas de questionamentos e grilos, relata um momento de passagem, que é em verdade um rito que se antecipa à vida adulta. Como Alice, também me apaixonei por uma mulher mais velha, coincidentemente a minha professora, uma paixão, claro, não correspondida. Mas a personagem parece ter tido, pelo menos na ficção, melhor sorte que eu, em uma trama que mais parece ter sido escrita para o cinema. ”

O escritor Jorge Amado dizia que as suas histórias nasciam de experiências que ele também viveu e Pawlo Cidade confessa que “gosta de contar experiências, de misturar fantasia e realidade. Gosta de gostar de escrever, de amar, de ouvir”. Cidade é pedagogo, especialista em Meio Ambiente, dramaturgo, gestor cultural e ilheense “por dádiva do divinal” e um contador de histórias que acredita na vida, nas pessoas e no que elas têm de melhor: o amor! “É por isso que continuo escrevendo, é por isso que continuo acreditando. ”


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