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O PROTAGONISMO DA CULTURA E A VISÃO ESTRÁBICA DO GESTOR CULTURAL

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“O melhor é não juntar pensamentos divergentes, mas, criar unanimidades burras”. Pawlo Cidade¹
Convergente, divergente e vertical Outro dia ouvi de um amigo que era melhor falar por metáforas porque evita dentes quebrados e dor de cabeça na inteireza. Isto porque as pessoas não estão preparadas para ouvir críticas ou sugestões sobre o que vem fazendo na vida profissional.  O fato é que, sem tergiversar, vou direto ao ponto: os governos municipais não se dão conta que colocam na pasta da cultura pessoas com visão estrábica. E, tal qual o estrabismo – sem nenhuma menção pejorativa nem preconceituosa para quem possui este problema muitas vezes hereditário – podemos afirmar que a visão gerencial no campo cultural, de quem está nesta condição, é classificada de três maneiras: 1.Convergente – quando o gestor não consegue enxergar que o Conselho de Cultura pode ser um aliado poderoso na sua gestão. Deste modo, todas as suas atitudes são atitudes voltadas para dentro de si mesmo;   2.Divergente – q…