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"Educar é um ato de amor"

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Era setembro de 1987 quando a diretora da Escola Municipal Pequeno Príncipe me disse que eu ia dar aula na quarta série. Dei um grito tão forte de contentamento que a velha gestora quase teve um troço. Fui para casa pensando num monte de estratégias, dinâmicas, jogos, brincadeiras para deixar meus alunos com um desejo enorme de querer aprender. Eu viajava no meu quarto ensaiando as aulas como se fosse uma peça de teatro e imaginava a cara dos meninos e das meninas com os olhos esbugalhados pensando num monte de coisas.
Meu currículo tinha sido selecionado, entre dezenas de outros, para uns contratos emergenciais que a Secretaria de Educação estava realizando. Numa das cláusulas dizia que embora fosse de três meses – também chamado por eles de período de adaptação, meu contrato poderia ser prorrogado por até dois anos, se o contratado fizesse jus e eu, certamente estava disposto a fazê-lo.
Fazer pedagogia foi uma opção muito pessoal. Tive que ir de encontro a vários obstáculos, entre e…

“Adeus, vovô. Vou sentir sua falta também. Dá um beijo na vovó por mim”.

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- VOVÔ, VOVÔ... ACORDE! Vai pra cama, já está ficando tarde. Está chovendo, o senhor não está vendo?... – Johan puxava a mão esquerda do velho. Arron permanecia calado, insensível, na cadeira de balanço que às vezes costumava por na varanda, sempre que a noite chegava, para ouvir o canto da natureza. “A melodia que vem da mata, me acalma” – Comentava. A chuva forte foi diminuindo de intensidade. O vento e os trovões pararam. Johan não tinha medo deles e, apesar do pai sempre brincar dizendo que aqueles fenômenos da natureza indicavam que Deus estava dando uma geral no céu, preferia ficar na cama, embaixo do seu cobertor amarelo, com desenhos de aviões e carros de corrida.
Entretanto, aquela noite tinha sido diferente. Saiu do quarto e foi ver porque o avô ainda não havia entrado. Arron tinha medo de trovões. Os trovões eram estrondos muitos similares às bombas que caiam sobre Amsterdam, no dia em que os alemães invadiram e dominaram o país. Arron e seu pilotão jamais esqueceu daquele f…

CURSO EAD GESTÃO DE GRUPOS E ESPAÇOS CULTURAIS

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Estão abertas até o dia 5 de maio as inscrições para o curso a distância GESTÃO DE GRUPOS E ESPAÇOS CULTURAIS: CAPACITAÇÃO DE EMPREENDEDORES CRIATIVOS.
Serão cinco disciplinas, trabalhadas durante 35h/aula, de 11/05 a 14/06, na plataforma EAD Inspire.
O curso, coordenado por Maria Helena Cunha e por mim, busca refletir sobre as necessidades contemporâneas do setor a partir de práticas coletivas de aprendizado, no intuito de capacitar profissionais para atuar no desenvolvimento de seus territórios locais.
A CODEMIG, patrocinadora do projeto, está oferecendo 170 vagas gratuitas a pessoas comprovadamente residentes em municípios mineiros, mediante seleção. Neste caso, as inscrições devem ser feitas por meio do link: www.inspirebr.com.br/ead.
Para pessoas de outros estados, o valor do investimento é de R$270,00. A inscrição e o pagamento serão feitos pelo sympla, no link: http://bit.ly/cursoGGEC.

COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR, EM ILHÉUS, ADOTOU "ATÉ MAIS VERDE"

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Preocupados com o desperdício da água e outras atitudes ambientais, os professores do CPM - Colégio da Polícia Militar adotaram o livro "Até Mais Verde". O livro servirá aos alunos do 6º, 7º e 8º da escola. Obrigado pela acolhida. Dia 9 estarei na escola para um bate-papo com os professores e depois haverá uma tarde de autógrafos para os alunos.


AQUI VAMOS NÓS PARA A FLICA - FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DA BAHIA

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AS DOCES AMARGAS MEMÓRIAS DE PEDRO E ALICE

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A trama, “é mais uma daquelas manjadas histórias de amor que já aconteceu comigo, com você e com todo mundo. E como toda história de amor, um terceiro personagem entra na história: o ciúme.” Para Gustavo Felicíssimo, editor, As Doces Amargas Memórias de Pedro e Alice “é uma história que salta da dramaturgia para o romance, mas que pela sua estrutura logo logo estará também nos palcos do país.” E acrescenta: “Este livro de Pawlo Cidade me fez lembrar minha adolescência, conturbada como todas elas são, repletas de questionamentos e grilos, relata um momento de passagem, que é em verdade um rito que se antecipa à vida adulta. Como Alice, também me apaixonei por uma mulher mais velha, coincidentemente a minha professora, uma paixão, claro, não correspondida. Mas a personagem parece ter tido, pelo menos na ficção, melhor sorte que eu, em uma trama que mais parece ter sido escrita para o cinema. ”
O escritor Jorge Amado dizia que as suas histórias nasciam de experiências que ele também viveu…

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PAWLO CIDADE